sexta-feira, março 13, 2026

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Na abertura do 59º Festival de Parintins, Roberto Cidade destaca impacto cultural e econômico do maior espetáculo folclórico do Brasil

Segundo Cidade, o Festival de Parintins tem um impacto que vai muito além dos três dias de apresentação no bumbódromo

Roberto Cidade na abertura do 59º Festival de Parintins no Teatro Amazonas, em Manaus -Fotos - Herick Pereira

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM – O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Roberto Cidade (UB), destacou a força cultural e o impacto econômico do Festival Folclórico de Parintins, durante a abertura oficial da 59ª edição do evento, realizada na manhã desta sexta-feira (13/3), no Teatro Amazonas, em Manaus.

Ao lado do governador Wilson Lima, autoridades e representantes dos bois Caprichoso e Garantido, Cidade ressaltou que o festival, considerado o maior espetáculo folclórico a céu aberto do mundo, movimenta a economia do Estado, gera milhares de empregos e reafirma a identidade cultural do povo amazonense.

“O festival é o motor que gira a economia da Ilha da Magia. Quando os bumbás entram na arena, estamos celebrando também o sustento de milhares de famílias, do artesão ao tricicleiro, da rede hoteleira ao pequeno comerciante. Nosso compromisso é continuar fortalecendo essa festa que gera emprego, renda e orgulho, consolidando Parintins como um destino cultural incomparável para o Brasil e para o mundo”.

Segundo Cidade, o Festival de Parintins tem um impacto que vai muito além dos três dias de apresentação no bumbódromo, movimentando toda a economia do Baixo Amazonas ao longo de todo o ano, com geração de trabalho e renda para os profissionais que fazem parte dessa grande cadeia cultural. “Tenho convicção de que esta edição será a maior de todos os tempos, pela grandiosidade que os bois estão preparando e pelo envolvimento de toda a população”, reforçou Cidade. 

Por seu lado, o governador Wilson Lima também reconheceu o papel da Assembleia Legislativa do Amazonas, do presidente Roberto Cidade, na aprovação de projetos que impactam diretamente no Festival Folclórico e no dia a dia da população parintinense. 

“Isso aqui não é apenas um festival, é a identidade de um povo. O Festival de Parintins representa a história, a cultura e o orgulho do Amazonas. Se hoje conseguimos fortalecer cada vez mais esse espetáculo, é porque contamos com parcerias importantes. Quero reconhecer o apoio da Assembleia Legislativa, na pessoa do presidente Roberto Cidade, que tem sido fundamental para que possamos avançar e garantir as condições necessárias para a realização dessa grande festa. Também agradeço a cada pessoa que acredita e trabalha pela cultura do nosso Estado”, declarou o governador Wilson Lima.

De acordo com a Prefeitura de Parintins e a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), o festival de 2025 atraiu cerca de 120 mil turistas, gerando uma receita direta estimada em R$ 215,6 milhões. Um aumento de 19,30% em relação ao ano de 2024, quando a receita foi de R$ 180,8 milhões. Entre 2019 e 2025, o festival proporcionou a Parintins a injeção de cerca de R$ 711 milhões na economia local.

Os bois de Parintins

Os presidentes das agremiações, Caprichoso e Garantido, agradeceram ao apoio prestado ao Festival Folclórico e se comprometeram, mais uma vez, com o fortalecimento da festa. 

“Eu fui uma criança dentro do galpão, vendo essa cultura crescer, acompanhando o trabalho de artistas e brincantes. Hoje, aos 49 anos, tenho um orgulho imenso de fazer parte desse espetáculo grandioso. A nossa responsabilidade é potencializar ainda mais essa festa, fazer com que ela continue crescendo e encantando o público. Estamos preparando um espetáculo de sete horas e meia, totalmente diferente, que valoriza nossa identidade e mostra a grandeza do Festival de Parintins”, pontuou o presidente do boi azul, Rossy Amoedo.

“Fazemos o Festival de Parintins, sobretudo, com o sentimento de levar ao público a alma da nossa cultura amazônica. Quando entramos na arena levamos um espetáculo que carrega história, identidade e respeito à diversidade dos povos da Amazônia. Nós nos emocionamos porque trabalhamos pela cultura”, finalizou o presidente do boi vermelho, Fred Goés.

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