Coronel do 1º Bis, em Manaus, investigado pela PF por suposta venda ilegal de ouro

Oficial é acusado de vender ouro extraído do Amazonas e repassar informações a garimpeiros sobre operações da Polícia Federal

1º Batalhão de Infantaria de Selva Aeromóvel (Foto: Divulgação)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM – O tenente-coronel do Exército, identificado como Abimael Alves Pinto, lotado no Batalhão de Infantaria de Selva (1º BIS), em Manaus, é suspeito de comandar um esquema criminoso de comercialização ilegal de ouro extraído de garimpos no Amazonas. O militar é alvo de investigação da Polícia Federal.

A venda do ouro seria feita por militares a mando do oficial que coordenava operações na região amazônica.

A informação é de matéria de O GLOBO, assinada por Eduardo Gonçalves, nesta quarta-feira (22).

Segundo o jornal, Abimael Alves Pinto também é suspeito de “recepcionar” um líder garimpeiro dentro do Batalhão de Infantaria de Selva, em Manaus, onde era responsável pelo controle operacional de ações na fronteira.

Conforme a investigação da PF, o oficial fornecia informações privilegiadas sobre ações do Exército e PF em troca de propina. Parte desse dinheiro teria sido pago com o minério.

O jornal afirma ter tido acesso à provas que constam no relatório da PF, uma delas é um diálogo entre o tenente-coronel e um cabo, em agosto de 2020. Os dois trocaram fotos de um ‘bolo’ de dinheiro’.

A PF indiciou o tenente coronel pelos crimes de usurpação de patrimônio da União, lavagem de dinheiro, associação criminosa e tentativa de impedir ação fiscalizadora do Poder Público. Ainda de acordo com o O GLOBO, o militar é alvo de um inquérito na Justiça Militar.

A defesa de Abimael refuta as acusações e diz que ele teve o seu nome “envolvido injustamente por pessoas inescrupulosas”.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA EM O GLOBO

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