Presidente do TCE-AM nega decisão colegiada para afastar conselheiro Ari Moutinho Jr.

Em Nota Oficial, presidente Érico Desterro esclarece que a decisão publicada no Diário Oficial foi monocrática, ou seja, proferida por um único conselheiro

Conselheiro-presidente Érico Desterro (Foto: Divulgação/TCE-AM)

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM – O presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), Érico Desterro, negou que haja uma decisão colegiada do órgão para afastar o conselheiro Ari Moutinho Jr., que é corregedor-geral da Corte.

Segundo o presidente do TCE-AM, o que houve foi uma decisão monocrática de apenas um conselheiro [Júlio Pinheiro], “que atua em substituição ao corregedor, e que não foi aprovada pelo colegiado do Tribunal Pleno”.

A informação consta em Nota Oficial, divulgada na noite desta quinta-feira (26).

“O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), por meio de seu presidente, informa que não houve decisão colegiada a respeito do possível afastamento de qualquer membro da Corte de Contas do Amazonas”, diz a Nota.

Decisão publicada no Diário Oficial do TCE-AM, nesta quinta (26), apontava que o conselheiro Ari Moutinho, foi afastado da Corte, devido à acusação de agressão contra a conselheira Yara Lins, presidente eleita do órgão. A conselheira toma posse em dezembro.

Yara acusa Moutinho de xingá-la de ‘safada’ e ‘cachorra’, durante o processo eleitoral que a elegeu.

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