TJAM dá posse ao desembargador Marco Aurélio Choy
“Nunca esquecer as minhas origens”, afirmou Choy ao destacar o compromisso de preservar a experiência adquirida ao longo da carreira na advocacia amazonense e brasileira

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM – O Tribunal de Justiça do Amazonas realizou nesta terça-feira (25/8) a sessão de posse administrativa do desembargador Marco Aurélio de Lima Choy, nomeado para preencher a vaga destinada ao Quinto Constitucional, na classe dos advogados.
A sessão, conduzida pelo presidente do TJAM, desembargador Jomar Fernandes, ocorreu no Plenário Desembargador Ataliba David Antonio, no Edifício Arnoldo Péres (Sede do Tribunal), pouco antes da sessão do Pleno.
Em seu pronunciamento, o desembargador Marco Aurélio Choy cumprimentou as autoridades de mesa, destacando-as como referência em sua trajetória.
“Nunca esquecer as minhas origens”, afirmou Choy ao destacar o compromisso de preservar a experiência adquirida ao longo da carreira na advocacia amazonense e brasileira.
Um dos principais pontos de seu pronunciamento foi a defesa de uma relação de cooperação entre advogados e magistrados. Choy sustentou que as duas categorias não devem ser vistas como adversárias, mas como partes fundamentais para o funcionamento do sistema de Justiça.
A chegada de Choy ao TJAM ocorre justamente pelo Quinto Constitucional, mecanismo que reserva parte das vagas dos tribunais a integrantes da advocacia e do Ministério Público.
Ao falar sobre a nova função, o desembargador ressaltou o peso da responsabilidade de passar a participar diretamente das decisões da Corte e da prestação jurisdicional no Amazonas.
Choy também chamou atenção para o crescimento da judicialização de questões da vida cotidiana e, consequentemente, para o aumento do volume de processos submetidos ao Judiciário.
Na avaliação do novo desembargador, esse cenário exige fortalecimento da estrutura do Poder Judiciário e valorização dos magistrados para que seja possível atender adequadamente às demandas da sociedade.
Ele reconheceu ainda o esforço dos magistrados diante do elevado volume processual e das extensas jornadas de trabalho necessárias para dar andamento às ações e oferecer respostas à população.
“Temos muito trabalho pela frente. Vamos ao trabalho, vamos em frente, e Deus nos abençoe nessa nova vida”, declarou.

