Carmem Romero mantém agenda e se consolida como nome competitivo na disputa pelo Quinto Constitucional no Amazonas
Mesmo com a eleição da OAB-AM suspensa, enquanto aguarda desfecho judicial, Carmem Romero mantém reuniões e diálogo com advogados de pequenos e médios escritórios

DEAMAZÔNIA MANAUS, AM – Mesmo com a eleição da OAB-AM suspensa por ordem da Justiça Federal, Carmem Romero, mantém agenda e o diálogo com advogados de pequenos e médios escritórios, em Manaus e no interior do Estado, segmento que busca maior representatividade e renovação dentro da estrutura da Ordem dos Advogados do Brasil no Amazonas.
Com representação neste segmento da advocacia, Carmem Romero, 44 anos, desponta como um dos nomes mais competitivos na corrida por uma vaga de desembargadora do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), pelo Quinto Constitucional destinado à advocacia.
Advogada com 19 anos de experiência, sua candidatura também se fortalece em um cenário marcado pela busca por maior presença feminina nos espaços de poder. Sua trajetória tem atuação consolidada na defesa das prerrogativas da classe.
A disputa ocorre em meio a mudanças importantes no processo. Pela primeira vez, a formação da lista sêxtupla segue critério de paridade de gênero, garantindo três vagas para mulheres e três para homens, o que amplia a possibilidade de uma advogada chegar ao cargo de desembargadora.
O processo eleitoral avançou em 2026 com a definição da votação da advocacia, realizada para escolher os seis nomes que seguem na disputa. Ao todo, 17 candidatos participaram da corrida pela vaga aberta após aposentadoria de um magistrado do TJAM.
Após essa etapa, os nomes escolhidos são encaminhados ao Tribunal, que reduz a lista para três indicados. A decisão final cabe ao governador do Estado, responsável pela nomeação do novo integrante da Corte.
Nos bastidores, a candidatura de Carmem Romero é vista como uma das que mais cresceram durante o processo eleitoral, impulsionada pela defesa de maior inclusão, modernização da advocacia e fortalecimento institucional da classe no Amazonas.
ELEIÇÃO SUSPENSA
A consulta direta da OAB-AM, que definiria a lista sêxtupla para o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), foi suspensa no dia 29 de março, por decisão liminar do juiz federal, Ricardo Campolina de Sales, atendendo pedido da advogada Caroline Frota.
É a segunda vez que a eleição é suspensa. A primeira foi em 19 de dezembro de 2025. Advogados cobram transparência e imparcialidade da OAB-AM na condução do processo eleitoral no estado.
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